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Category Archives: Filosofia

“Decidir ter um filho é algo de extrema importância. É decidir ter o coração, para sempre, andando fora do seu corpo.”

(Elizabeth W. Stone)

 
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Posted by on April 3, 2012 in Familia, Filosofia

 

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Pensamento de Chaplin

 
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Posted by on March 30, 2012 in Filosofia

 

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O Sábio

 

O SÁBIO ” Aquele que conhece os outros é sábio. Aquele que conhece a si mesmo é iluminado. Aquele que vence os outros é forte. Aquele que vence a si mesmo é poderoso. Aquele que conhece a alegria é rico. Aquele que conserva o seu caminho tem vontade. Seja humilde, e permanecerás íntegro. Curva-te, e permanecerás ereto. Esvazia-te, e permanecerás repleto. Gasta-te, e permanecerás novo.” O sábio não se exibe, e por isso brilha. O sábio não se faz notar, e por isso é notado. O sábio não se elogia, e por isso tem mérito. E, porque não está competindo, ninguém no mundo pode competir com ele.” (Tao)

 

 
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Posted by on March 26, 2012 in Filosofia

 

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Aprender a “AMAR”.

É Preciso Aprender a Amar Que se passa para nós no domínio musical? Devemos em primeiro lugar aprender a ouvir um motivo, uma ária, de uma maneira geral, a percebê-lo, a distingui-lo, a limitá-lo e isolá-lo na sua vida própria; devemos em seguida fazer um esforço de boa vontade — para o suportar, mau-grado a sua novidade — para admitir o seu aspecto, a sua expressão fisionómica — e de caridade — para tolerar a sua estranheza; chega enfim o momento em que já estamos afeitos, em que o esperamos, em que pressentimos que nos faltaria se não viesse; a partir de então continua sem cessar a exercer sobre nós a sua pressão e o seu encanto e, entretanto, tornamo-nos os seus humildes adoradores, os seus fiéis encantados que não pedem mais nada ao mundo, senão ele, ainda ele, sempre ele.
Não sucede assim só com a música: foi da mesma maneira que aprendemos a amar tudo o que amamos. A nossa boa vontade, a nossa paciência, a nossa equanimidade, a nossa suavidade com as coisas que nos são novas acabam sempre por ser pagas, porque as coisas, pouco a pouco, se despojam para nós do seu véu e apresentam-se a nossos olhos como indizíveis belezas: é o agradecimento da nossa hospitalidade. Quem se ama a si próprio aprende a fazê-lo seguindo um caminho idêntico: existe apenas esse. O amor também deve ser aprendido.

Friedrich Nietzsche, in “A Gaia Ciência”

 
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Posted by on March 25, 2012 in Familia, Filosofia

 

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Magia do Deserto

Era uma vez…

Na cidade de Jerusalém, um jovem caminhava por entre o comércio santificado de artesanatos religiosos, sempre que encontrava alguém, perguntava:
– Onde posso encontrar Deus?
Todos olhavam com espanto e desdém, achando insâno os sândalos da fé que emanavam da profundidade das palavras;
– N
ão sei jovem! – Eram a retórica dos nobres vendedores.
Mas, Khaliu Haddad n
ão desistia, e por entre sua busca, na areia de ouro do deserto encontrou um nômade, solitário e taciturno conversando com seu camelo;
– Onde posso encontrar Deus? – Perguntou Khaliu ao velho homem.
– Vá até aquele oasis, mire atentamente o reflexo na escassa água e você o encontrará!
Khaliu sem exitar caminhou até o pequeno sinal d’àgua, observou o vento ondulando a pequenina península, viu o relfexo do sol, as nuvens caminhando devagar, as folhas verdes tiritando, e seu reflexo junto a todos esses sinais de vida;
– É isso… – Pensou.
Voltando a cidade, um dos nobres vendedores, gritou por entre sua tenda;
– já encontrou Deus jovem? Se encontrá-lo, diga que também o procuro.
Khaliu olhou para o céu, e com a voz presa de sal o respondeu;
– Deus é o reflexo de tudo no fundo dos seus olhos…
E ent
ão partiu de volta para onde seu destino o esperava.

(Texto de  Gabriel Alcaia) www.gabrielalcaia.wordpress.com

 
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Posted by on January 22, 2012 in Filosofia

 

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Posted by on December 21, 2011 in Filosofia

 

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Filosofando com o juízo alheio:

“É justamente a possibilidade de realizar um sonho que torna a vida interessante.” Paulo Coelho


 
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Posted by on December 11, 2011 in Filosofia

 

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